Discurso Não sei escrever poemas curtos Mas eu tento. Anderson Ribeiro
Categoria: Poesia
Anárquico
Anárquico Os melhores versos que conheço foram feitos sem régua. Anderson Ribeiro
Centro de Cultura Lança livro de Poemas em Contagem
Centro de Cultura Lança livro de Poemas em Contagem Matéria veiculada em jornal de Contagem quando do lançamento do livro Algozes. (Clique na imagem para vê-la ampliada)
Panfletário – Entrevista Virtual com Anderson Ribeiro
CONTAGEM_ JANEIRO/2004 ENTREVISTA VIRTUAL COM ANDERSON RIBEIRO DA RUA DAS ACÁCIAS o autor de Algozes concedeu entrevista via e-mail ao panfletário cujo QG encontra-se avizinhado à rua Mulungu, no bairro Cidade Jardim Eldorado, localidade que terá um Parque Ecológico à rua das Paineiras, onde reside o poeta das essências Kennedy Cândido. Sem negar as sombras…
Pérolas
Pérolas A pasárgada do Bandeira A pedra do Drummond O cu da Adélia O ridículo do Pessoa O anarquismo do Roberto O caminho do Mário O efêmero do Vinícius O canto da Cecília A construção do Chico Os olhos A vontade A certeza?! E os poetas de mãos mudas? Aqueles, perpetuam-nos falantes. Anderson Ribeiro
Carne Poética
Carne Poética Num piscar de olhos Começa uma nova manhã E ainda que as pérolas Tenham as cores do arco-íris Cá estou Procurando a que falta para irisar meu dia. Sempre faço declarações de amor efêmero Para sempre recomeçar. Sou o presente E você… deixa para depois. Não te peço que vá, senão que fique…
Isso!
Isso! Contorno sílabas em busca de umaUma são duasJá é mais.Mais não serveUltrapassaDerrama.Com isso, tornoBusco outraOu travo.Vou devagarCuidadoso.Silabada, essa labuta.Busco sim,Não acho.Acho sílabasNão acho uma.Uma ultrapassaNão serve.Serve nãoServe.Serve sim. Anderson Ribeiro20/05/2009
Problematização
Problematização São Sonoros os sonhos surreais: Sopros e solfejos e catarro. Síntese da substância Subproduto Suave ou suado Sôfrego ou sossegado Sintomático, sem sentir. Sombras avulsas Sonhos convulsos Subir para o sul Sem norte Sem sentido Sem saber Esses sentires Soberbos e Suas sempre obsolescências. Esses somentes Suas sementes Seus segredos Sem mais Esses só….
Máquina do Tempo
Máquina do Tempo Penso no tempo do qual desapercebo em seu instante e dou conta do haver de domá-lo. Não Mensurar horas, contabilizar dias (ou segundos), mas saber, sem saber, não perder tempo. Tangente no corpo, na alma, o prazer. Sou eu, do meu tempo, o senhor, pois o corpo acompanha o tempo do sorriso…
Caráter
Caráter Não tenho palavra: Meu querer não está pronto. Anderson Ribeiro 17/06/2007