Nada Além de um Broadcast Sibila a ordemCumprir é a metaNão há razãoSó a sina Vista o alforje do asnoLeve a carga sem perguntasA cabeça com viseiraÉ o que o algoz assunta Só ouça o sinalO que você dizO que te contoNão conta ponto A maioria grita o refrãoVocê tomou a vacina?Dance conforme a música…
Categoria: Poesia
Mais Que Meio Copo de Tudo ou Nada
Mais Que Meio Copo de Tudo ou Nada Nem tudo sou euHá também vocêHá os outrosE até ficçãoFalo de muitosE de nadaDesabroche a percepçãoPara se aproximarOnisciência não cabePermita-se às vezesIgnorante Anderson Ribeiro
Deixar Pra Depois
Deixar Pra Depois O futuro é olhar sem verE eu te esperei pra entender o porquêNão havia pressaMas eternas expectativas não me caem bem Você disse que viria conversar e não veioE fiz “Ausência” o seu nome do meioE em minha solidão eu fiz saber meu coraçãoQue ele não esperaria você Mas em dias de…
Do Soldo, o Saldo
Do Soldo, o Saldo Não se escrevem aforismos sem dorE vem deles os sismos que me abalamÉ que não me cabe a disciplina das máximasEm mim elas desafinam e tombamPorque toda regra tem sua excreçãoDo prumo em torno do que vivo só compro o agoraO saldo é a barriga para os meninos barulharem pumHá também…
31 de Agosto
31 de Agosto E se a angústia estabelecida rumina pelos diasE badala sinuosa feito íngua latejanteA ducha leve alivia o sapateado dos dentes20 gotas contra febre e calafrios ficaram para trásQuero contos de passarinhos da idade das pedrasQuero coragem de juventude e estirpe pagãNão obstante a história mais conte dos ritosA língua distante reclama dos…
Canto de Inverno
Canto de Inverno Trouxe pedras de rio para compor o jardimRimas artesanais, flores, Tequila e Jack Daniel´sUm janela dentro de casaA jovem brisa que vem de cima junto à luzA poesia dos bons sabe onde me encontrarSe lá fora é dorCá dentro, amor Anderson Ribeiro
Mercado das Pulgas
Mercado das Pulgas Vendo um cacho cheio de alegrias Você pode pagar com ternura ou abraços Também aceito gratidão ou esmero Podemos negociar! O pagamento é à vista, de uma parte, E várias pequenas prestações Cada uma a seu tempo Mas pode testar antes, se lhe convir Vendo uma bacia abarrotada de desejos Está cheia…
Retrovisor
Retrovisor Para que tanto futuroSe a gente só sabe falar Yabadabadu?! Anderson Ribeiro
Coma!
Coma! Quando o silêncio está Entre o luto e a luta O desvelo é o idioma Dos sóbrios semelhantes E o que vem antes Vem depois Da tradução Aos distantes Anderson Ribeiro