Bigode Branco Velho senhor, sem nada. E o nobre doutor, nada… Por enquanto. Anderson Ribeiro Poema que conversa com o do colega Zino Mendes, que começou a prosa(?) assim: Por um fio de bigode. Velho senado, senhor. Triste cena, dor…
Bigode Branco Velho senhor, sem nada. E o nobre doutor, nada… Por enquanto. Anderson Ribeiro Poema que conversa com o do colega Zino Mendes, que começou a prosa(?) assim: Por um fio de bigode. Velho senado, senhor. Triste cena, dor…
Discurso Não sei escrever poemas curtos Mas eu tento. Anderson Ribeiro
Anárquico Os melhores versos que conheço foram feitos sem régua. Anderson Ribeiro
Caráter Não tenho palavra: Meu querer não está pronto. Anderson Ribeiro 17/06/2007